Televisión

SET EXPO 2025: Integração dos padrões da TV 3.0 em toda a América traria benefícios econômicos e regulatórios

19-08-2025
Começo em São Paulo a 35 edição do Congresso SET EXPO com grande afluência de público. Esta terça-feira (19-8) será o pontapé de partida da feira e exposição com destaque para o lançamento das estações experimentais de TV 3.0 no canal 7 e canal 8 de São Paulo que poderão ser vistos em televisão em diferentes estandes do Distrito Anhembi.

Entre os destaques do Congresso SET EXPO no seu primeiro dia a palestra «Internacionalização  padrão, do Alasca à Patagônia», que teve como moderador a Sergio Eduardo Di Santoro Bruzetti, Coordenador do GT TV 3.0 da SET e Assessor de Planejamento de Engenharia – RecordTV; e como palestrantes a Madeleine Noland, Presidente da ATSC (The Broadcast Standards Association); Raymundo Barros, Presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD)/Globo e a ausência por doença de Eduardo Jorge De Nucci, Presidente de Viditec que representaria a Caper da Argentina.

Segundo os palestrantes, mesmo em diferentes estágios nos países, a internacionalização do padrão poderia beneficiar polos produtores e auxiliar em emergências, por além de compartilhar tecnologia, os países poderiam ter benefícios econômicos e regulatórios com a padronização da nova geração da televisão.

Marcelo Amaral Gomes, Gerente Sênior de Soluções Digitais, Mirakulo
'Polos produtores como a Amazônia, compartilhando a mesma cadeia de suprimentos, geraria redução de custos para fabricantes e telespectadores. Outra vantagem é em segurança e emergências, com envios de alertas em todas as Américas, simultaneamente, para situações urgentes', afirmou Raymundo Barros, presidente do SBTVD.

O mercado da TV aberta está em diferentes momentos em cada país. Nos Estados Unidos, por exemplo, 8% das casas têm apenas TV aberta, enquanto no Brasil, quase 60% estão na mesma situação. 'Alguns países começaram a transição depois ou estão em estágios diferentes, mas faz parte do processo natural quando envolve muitos países', assinalou.

Madeleine Noland, presidente da The Broadcast Standards Association, apresentou cases de diversos países que já iniciaram a transição para a nova geração da TV, tais como Coreia do Sul, Jamaica, Trinidad e Tobago, e Estados Unidos.  'Ao contrário dos outros países, um dos principais uso da TV 3.0 nos Estados Unidos, é para data casting [inserção de informações extras no fluxo de dados da transmissão], que é a principal fonte de receita com propagandas, substituindo a receita que vem sendo perdida com a TV por assinatura', explicou Noland.

Veja mais

 

LC

más leídas